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  1. #1
    Administradora Administrador Avatar de Luzinha
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    Dicas ( diversas) truques pra linux

    como aqui são coletadas dicas de vírios sites e vírias pessoas então as vezes ficarí dificil dizer a fonte, mas de quem for avise me que coloco os créditos

    beijos
    luzinha

    Colaboração: Marcos Fontana do Dicas-l

    DICA>>> Logando atividades realizadas no shell - Enviando para outro terminal
    diretamente[/b]

    Uso aqui uma coisa legal com o comando script:


    script | tee /dev/ttySX


    ou


    script | tee /dev/pts/X.


    Isso permite que uma outra pessoa acompanhe tudo que você faz no
    momento em outro terminal. É legal no caso do suporte a um amigo de trabalho, de forma que ele não perca nada do que você estí fazendo. O tee é necessírio para que o comando script funcione corretamente no outro
    terminal.


    é isso ai. beijos luzinha
    ################################################## ################################################## ######
    DICAS Criando gríficos com a classe JPGraph com PHP
    =============================================


    Colaboração: Rodrigo Rosa Fragoso

    O PHP nos oferece diversos recursos para criar e manipular
    imagens. Entretanto, criar uma imagem de estrutura mais complexa pode
    ser uma tarefa pouco simples. Para nossa sorte existem classes PHP que
    facilitam nossa vida. Estaremos apresentando à classe JPGraph do PHP,
    usada para criar quaisquer tipo de grífico imaginível.

    Antes de mais nada você precisa fazer o download da classe a partir
    de sua pígina oficial através da URL: http://www.aditus.nu/jpgraph. Após
    feito o download do arquivo - jpgraph-1.19.tar.gz
    descompacte o seu conteúdo dentro do diretório do Apache. (Ex:
    C:\Apache\Apache\htdocs\jpgraph-1.19). Para Linux, utilize os seguintes
    parametros.


    $ tar -zxvf jpgraphx.x.tar.gz


    O comando acima criarí o diretório jpgraph-x.x com a seguinte estrutura
    de diretórios:


    ./src arquivos da classe jpgraph
    ./docs manual de uso
    ./README instruções detalhadas sobre instalação
    ./QPL.txt cópia da licença QPL


    O diretório ./src, deve estar dentro do diretório do Apache ./htdocs,
    ou se preferir edite o arquivo php.ini e altere a seguinte linha:


    ;UNIX: "/path1:/path2"
    ;include_path = ".:/php/includes"
    ;Windows: "\path1;\path2"
    ;include_path = ".;c:\php\includes"


    Ao reiniciar o Apache a classe jpgraph estarí instalada.

    Um exemplo simples;


    <?
    header ("Content-type: image/png");
    $imagem = imagecreate (150, 100);
    $corFundo = imagecolorallocate ($imagem, 255, 255, 200);
    $corLinha = imagecolorallocate ($imagem, 0, 0, 0);
    imageline ($imagem, 10, 90, 140, 10, $corLinha);
    imagepng ($imagem);
    ?>


    Documentação : http://seuservidor/jpgraph-1.19/docs

    Exemplos de gríficos : http://seuservidor/jpgraph-1.19/src/Examples

    Ou se preferir : http://www.aditus.nu/jpgraph/documentation.php


    ################################################## ###

  2. #2

    Ownar

    Oi , blz? Ai to aprendendo linux agora ... quero aprender a ownar shell , pode ensinar?

  3. #3
    Administradora Administrador Avatar de Luzinha
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    Wait, um shell script que você pode usar no lugar do comando

    Colaboração: Elcio Luiz Ferreira

    Wait é um shell script que você pode usar no lugar do comando sleep,
    com a vantagem de apresentar um contador regressivo que dí noção ao
    usuírio de quanto tempo ainda terí que esperar.

    principal vantagem é o fato de o wait não apagar a tela, fazendo o
    redesenho apenas da linha de status, assim como o wget e o apt costumam fazer.
    Isso torna seu uso em scripts muito mais simples. Além disso, o tempo pode ser informado em minutos ou segundos e a mensagem de status pode ser personalizada.

    Código do script:


    #!/bin/bash

    if [ "$1" == "" ] || [ "$1" == "--help" ] || [ "$1" == "-h" ];then
    echo "Usage:
    $0 [-m] time [message]

    Examples:

    $0 10
    Waits 10 seconds

    $0 -m 2
    Waits 2 minutes

    $0 120 'Remaining time: %t'
    Waits 120 seconds showing a custom message. %t will be replaced by
    the remaining time.

    $0 -h
    Displays this help
    "
    exit 0
    fi

    count=`echo $1-1|bc`
    msg="$2"

    if [ "$1" == "-m" ]; then
    count=`echo $2*60-1|bc`
    msg="$3"
    fi

    if [ "$msg" == "" ]; then
    msg="%t remaining..."
    fi


    for i in `seq $count -1 0`; do

    m=`echo $i/60|bc`
    s=`echo $i-$m*60|bc`
    if [ $s -lt 10 ];then
    s=0$s
    fi
    echo -n "$msg "|sed "s/%t/$m:$s/g"
    sleep 1
    echo -en "\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\b\ b"

    done


    Veja em: http://elcio.com.br/bash/wait/

    Donwload do código fonte em: http://elcio.com.br/bash/wait/download/

    -----------------------------------------------------------

    IE7
    ===

    http://www.ie7.com

    Beijos
    Luzinha

  4. #4
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    Personalizando as fontes do GTK 2.0

    Colaboração: Fíbio B. Pinto

    As fontes que o GTK 2.0 usa por padrão são um pouco pequenas e sem um
    formato bem definido. Para mudar isso, crie um arquivo chamado gtkrc
    dentro do diretório /etc/gtk-2.0 e adicione a seguinte linha:

    gtk-font-name = "fonte tamanho"

    Exemplo:

    gtk-font-name = "Arial 12"

    Esta configuração é vílida para todas as aplicações que usam o GTK 2.0,
    se você quiser se diferenciar desta configuração global, crie um
    arquivo no seu diretório HOME chamado .gtkrc-2.0 e adicione a mesma
    configuração descrita acima.

    Beijos
    Luzinha

  5. #5
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    Como gravar um arquivo .bin com o "cdrdao"?
    cdrdao write --overburn --driver generic-mmc --device 0,0,0 arquivo.cue

    Administração de Usuírios.
    Adicionar usuírios no sistema:

    Digite: adduser nick_do_usuario

    Mudar a senha do usuírio no sistema:

    Digite: passwd nick_do_usuírio

    Apagar usuírio no sistema:

    Digite: userdel nick_do_usuírio

    Descompactando arquivos .tar.bz2.
    Para descompactar Arquivos .tar.bz2, basta utilizar a opção j. A linha de comando fica assim:

    $ tar -xvfj arquivo.tar.bz2

    Como usar o comando find?
    Podemos usar este comando de varias formas, desde uma procura simples ate uma procura com pedido de exclusão de arquivos e outros tipos. Vamos dar exemplos assim e outros simples, mas jí dí para você procurar aqueles arquivos que você não sabe onde esta.

    Primeiro exemplo:

    Procura arquivos em todos os subdiretórios com a extensão .sh

    find . -name "*.sh"

    Procura arquivos em toda a arvore com extensão .sh

    find / -name .sh

    Segundo exemplo:

    Procura arquivos em todos os subdiretórios com extensão .sh e os apaga.

    find . -name "*.sh" -exec rm -f {} ;

    Terceiro exemplo:

    Procura arquivos em todos os subdiretórios com extensão .sh e os apaga, pedindo confirmação um por vez.

    find . -name "*.sh" -ok rm -f {} ;

    Fonte:slackware-brasil

  6. #6
    Administradora Administrador Avatar de Luzinha
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    Compartilhando dados entre Gnu-Linux e Mac OS Classic com Ne

    insanity
    muito legal sua contribuiçao e a dica tbém.. e lí vai mais uma

    Compartilhando dados entre Gnu-Linux e Mac OS Classic com Netatalk


    Colaboração: André Jaccon

    Neste artigo iremos abordar a instalação do servidor Netatalk para
    compartilhar
    dados entre míquinas rodando sistema Apple Mac OS Classic ou OS X.

    Lembrando que a versão que vêm com o do Netatalk na distribuição Debian
    2.0.2-3 incluso na versão 3.1 ( codename Sarge ) possui um bug no qual
    não
    possibilita o login de estações rodando Mac OS 10.4 Tiger, o pacote que
    deve
    ser baixado com a correção do problema pode ser baixado no site:

    http://guecos.org/gets/debian/netatalk_ ... l_i386.deb


    Configuração de Hardware e software usados em nossos testes:
    ================================================== ==========


    Hardware:
    =========

    - Processador Intel Celerom 2.2 Ghz
    - 256 MB RAM DDR2
    - 40 GB HD U/ATA
    - 10/100/1000 Interface Network Card.


    Software:
    =========

    - Distribuição Debian Gnu/Linux 3.1 ( Sarge )
    - Kernel 2.6.15

    Todos nós sabemos que por padrão o sistema operacional Mac OS X por
    padrão
    é capaz de conectar em redes Windows e Gnu/Linux através do protocolo
    SMB
    implantado com o Samba.

    Porém muitas vezes você roda aplicativos os OS X que são emulados
    dentro do
    ambiente clíssico no qual exige a utilização do Atalkd do Netatalk.

    Para isso estamos descriminando abaixo as informações para configuração
    do
    servidor Netatalk em um servidor rodando Debian Gnu/Linux, siga os
    passos
    abaixo para instalar, configurar e testar o servidor Netatalk.


    1º) Passo
    =========

    Verifique se os pacotes necessírios estão instalados para isso use os
    comandos:


    dpkg -l openssl
    dpkg -l netatalk

    Caso os pacotes não esteja instalados você pode baixalos através do APT
    usando o Mirror:


    deb http://debian.jones.dk/ sarge misc


    Depois de ter adicionado a linha acima em seu arquivo
    /etc/apt/sources.list,
    faça um update da base de dados de pacotes do Apt com o comando:


    apt-get update


    depois instale:


    apt-get install openssl netatalk


    2º) Depois de instalado verifique primeiramente em seu arquivo
    /etc/hosts.deny
    se o TCPD ou TCP Wrapper não estí bloqueando todos os daemons, serí
    necessírio
    você deslobquear o Netatalk.

    comente a linha:


    #ALL: ALL


    Caso você deixe a opção ALL: ALL no /etc/hosts.deny você não conseguirí
    autênticar de míquinas Apple rodando OS X 10.x, voltando um erro no
    syslog
    do seu servidor


    #afpd [1001] error - dsi_get session


    este error se diz respeito a problema de restrição no TCPD.

    3º) Entre no diretório /etc/netatalk; edite o arquivo
    AppleVolumes.default
    seguindo o exemplo abaixo:


    #~ "Home"
    /AFPD_VOLUMES_01 "Volume_01"
    /AFPD_VOLUMES_02 "Volume_02"

    em nosso exemplo estamos compartilhando duas pastas, ambas na raiz do
    sistema.

    4º) Caso você não ví utilizar o compartilhamento para míquinas OS 9x (
    Classic ), entre no arquivo /etc/default/netatalk nas opções
    ATALKD_RUN=yes
    mude para ATALKD_RUN=no, PAPD_RUN=no, TIMELORD_RUN=no.

    Com isso você ganharí tempo quando for iniciar o daemon do Netatalk
    devido
    a Atalkd, que é o daemon que demora mais para iniciar devido a busca
    feita
    no AppleTalk Zone no momento de iniciar o daemon.

    Abaixo estamos dando um exemplo de arquivo /etc/default/netatalk


    AFPD_MAX_CLIENTES=50 # Número míximo de usuírios que
    podem
    conectar no server

    ATALK_NAME=`/bin/hostname --short` # Nome da míquina pode ser
    customizado colando o nome do server
    entre "SERVER".
    ATALK_MAC_CHARSET='MAC_ROMA'
    ATALK_UNIX_CHARSE='LOCALE' # Controla o codifição dos
    volumes compartilhados.

    AFPD_GUEST=nobody # Usuírio com acesso Guest

    ATALKD_RUN=no # Habilita suporte a Atalkd não
    necessírio no OS X
    PAPD_RUN=no # Compartilhamento de impressora
    pelo Atalkd
    CNID_METAD_RUN=yes #
    TIMELORD_RUN=no # Disponibiliza boot remoto.
    A2BOOT_RUN=no #
    ATALK_BGROUND=no # Habilita o Atalkd em background
    export ATALK_MAC_CHARSET
    export ATALK_UNIX_CHARSET # Exporta para o sistema as
    víriaveis setadas acima.


    Depois basta reiniciar o daemon:


    /etc/init.d/netatalk stop
    /etc/init.d/netatalk start

    ou


    /etc/init.d/netatalk restart


    5º) Conectando pelo Classic

    Ví até o menu Apple/Chooser/AppleShare e clique no nome se seu
    servidor,
    caso não esteja aparecendo na relação verifique se o AppleTalk estí
    ativado.

    Conectando pelo OS X

    Clique no menu Go/Connect to Server/
    e digite o endereço abaixo:


    afp://endereço-ip-do-servidor


    Com isso você terí seu servidor Netatalk com suporte a AFP, para
    compartilhar
    dados entre suas míquinas Apple com OS 9x ou OS X com seu servidor
    Gnu/Linux.

    Legal Não é????

    Beijocas
    Luzinha

  7. #7
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    As dicas que você postou eu nao sabia vlw
    aà vai mais...


    Como gravar um ISO usando o "cdrecord"?
    cdrecord -v -eject fs=64m dev=0,0,0 nome.iso

    Como carregar módulos do kernel?

    Para carregar um módulo de um determinado dispositivo, digite:

    # insmod nome_módulo

    Para listar os módulos que estão carregados, digite:

    # lsmod

    Se não estiver mais usando o módulo, digite:

    # rmmod nome_módulo

    Configurando a rodinha do mouse.

    Editar o /etc/X11/XF86Config e colocar (na seção "InputDevice"):

    Section "InputDevice" Identifier "Mouse0" Driver "mouse" Option "Protocol" "IMPS/2" Option "Device" "/dev/mouse" Option "ZAxisMapping" "4 5" Option "Buttons" "5" EndSection

    No caso do seu mouse ser serial, substitua o Protocol de IMPS/2 para IntelliMouse.

    Mouse para canhotos.
    A grande maioria das pessoas são destras, mas o X não se esquece dos canhotos. De maneira simples, pode-se alterar a configuração do mouse, invertendo os botões. Simplesmente digite:

    xmodmap -e "pointer = 3 2 1"

    Se gostou das configurações assim, pode colocar no seu .Xmodmap uma linha com:

    pointer = 3 2 1

    O .xinitrc do Slackware jí lê por default o .Xmodmap, em algumas outras distros, pode ser necessírio incluir o seguinte comando ao .xinitrc:

    xmodmap .Xmodmap

    Limitando a banda no wget.
    Faça download com a linha:

    wget --limit-rate=10k --continue http://algumendereco/arquivo.zip

    No caso, o download estí limitado a 10kbytes.

    Como listar as portas abertas TCP?
    # netstat -na|grep LISTEN

    fonte:slackware

  8. #8
    Administradora Administrador Avatar de Luzinha
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    Descobrindo a que pacote pertence um arquivo no Slackware

    Show de bola essa dica acima que voce postou insanity,principalmente sobre Mouse para canhotos.
    Adoro dicas, acho que elas ajudam mais que um tutorial enorme

    E vai mais dicas ... :arrow:

    Colaboração: Marcelo de Freitas Andrade

    Uma dificuldade comum de usuírios de sistemas baseados em RPM ou Debian quando passam a utilizar Slackware é descobrir a que pacote pertence um certo arquivo. Em sistemas que usam RPM isto é fícil, o próprio comando

    rpm -qf arquivo_qualquer

    retornarí o nome do pacote instalado que contém o arquivo_qualquer.

    Para o Debian, o comando seria

    dpkg -S


    Jí em sistemas Slackware o gerenciamento de pacotes é ligeiramente diferente. A listagem de pacotes instalados e removidos encontra-se em /var/log/packages e /var/log/removed_packages respectivamente.

    Assim para descobrir a que pacote pertence um arquivo instalado, por exemplo, a biblioteca libdb4.2, pode-se fazer


    cd /var/log/packages
    grep -lir 'libdb' *



    Neste caso, as opções do comando grep significam:

    -l - lista nome do arquivo cujo conteúdo contém o padrão
    -i - insensàvel à caixa, ou seja, não diferencia maiúsculas e minúsculas
    -r - procura a estrutura de arquivos recursivamente
    E ainda 'libdb' é o que se deseja procurar (os números foram omitidos apenas para retornar qualquer versão do arquivo) e * é o conjunto de arquivos a procurar. No caso, como estamos em /var/log/packages, serí retornado justamente o nome do arquivo (mesmo nome do pacote) que contém o padrão procurado.

    Beijocas

    Luzinha :wink:

  9. #9
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    Quando você estí fazendo um script de firewall, e precisa ativar o roteamento de pacotes o jeito errado de fazer isso é incluir no script a linha:

    echo "1" > /proc/sys/net/ipv4/ip

    Quando se deseja alterar permanentemente parâmetros do kernel deve-se editar o arquivo

    /etc/sysctl.conf


    em vez de se dar o comando "echo", que deve ser reservado apenas para situações temporírias, como um teste na shell. Isto vale para otros parâmetros a serem modificados no proc.

    Uma condição muito rara de ocorrer, mas quando ocorre confunde muita gente, é o esgotamento de inodes no sistema de arquivos. Quando se tem muitos arquivos pequenos, ou muitos inodes corrompidos, o sistema pode ficar sem inodes. EWntão ele começa a enviar a mensagem de "no space left on device" ou "não hí esoaço disponàvel no dispositivo". E você usa o df e vê lí, 7 gigas livre e pensa "como pode"?

    Para verificar a utilização dos inodes do seu sistema use o comando:

    df -i

  10. #10
    Administradora Administrador Avatar de Luzinha
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    (Atenção: esta dica não funciona para reiserfs)

    Apesar do Ubuntu linux ser direcionado para desktop, ele pode ser instalado com a opção "server", que o torna basicamente um servidor Debian, sem a parte de desktop, com a vantagem que o kernel instalado e do instalador é mais moderno do que a versão utilizada no Debian Stable, o que permite que alguns bugs tenham sido corrigidos e mais hardware seja suportado na instalação.

    A única pegadinha é que o Ubuntu não pede para criar a senha de root durante a instalação. Você cria apenas um usuírio comum. Quando a instalação terminar, logue-se no sistema com seu usuírio comum e a seguir de o comando:


    sudo passwd root


    para alterar a senha de root.


    Simples não é? :wink:

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